quinta-feira, 17 de maio de 2012

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O papel da Filosofia da Educação

            A palavra filosofia é grega, sendo composta de duas palavras: Philo e Sophia. Philo que significa; amizade, amor fraterno, respeito pelos iguais e a segunda que é Sophia quer dizer sabedoria. Portanto filosofia significa amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Pode-se definir de acordo com (CHAUÍ, p.190), que: "Filosofia indica um estado de espírito, o da pessoa que ama, isto é, deseja o conhecimento, o estima, o procura e respeita". Deparamos algumas vezes com pessoas falando de suas concepções de vida descrevendo as como, "essa é minha filosofia de vida". Diante deste enunciado, pode-se pensar que o autor desta frase está fazendo referencia a um conjunto de ideias mais ou menos coerente que regulam seu modo de viver e enxergar o mundo, também dá referencia ao seu comportamento moral, a sua ética, o que considera certo ou errado, belo ou feio, ou seja, é uma concepção formada em sua ótica de leitura do âmbito geral da vida e a como a define. De acordo com SAVIANI, (2000, p. 45):
            Acontece, porém, que a comunicação dos homens entre si e com as coisas estabelece relações que se bastam a si mesma. Não se trata, pois, de se utilizar um elemento pra se chegar a determinado objetivo, nem do reconhecimento da liberdade, ou de apreensão da realidade objetiva do ponto de vista da veracidade. Trata-se de um significado intrínseco à própria relação (domínio estético).
            A filosofia educacional consiste em propiciar, por meio do ensino, o amadurecimento da pessoa, com o objetivo de fazê-la definir sua própria vida, tendo a consciência que tens o poder de decidir, ou seja, de fazer sua escolha, que a partir dessas escolhas poderá receber as consequências tanto de forma positiva ou negativa, isso se dá mediante a reação da escolha, esta reação à pessoa não pode escolher.
            De forma analógica pode assim conceituar a filosofia da Educação como sendo um conjunto de ideias que nos define como é a educação. Percebe-se que na medida em que avança o estudo na filosofia educacional inúmeras são as questões que se assomam na mente humana e que essas pedem respostas objetivas, claras e verdadeiras. Reside aqui a importância de compreender a relevância da filosofia da educação, pois esta ciência objetiva-se em ajudar o ser humano a pensar e a organizar as questões e propor soluções para os desafios encontrado na sociedade uma prática educacional democrática em um mundo globalizado e saturado de informações que recebem da mídia, como quaisquer meios de comunicações e também de sua leitura de mundo a nossa volta e que estes precisam ser transformadas em conhecimento e este é revertido para o bem de um grupo ou de um seguimento da sociedade. De acordo com SAVIANI (2000, p.49):
            Promover o homem significa torná-lo cada vez mais capaz de conhecer os elementos de sua situação a fim de poder intervir transformando-a no sentido da ampliação da liberdade, da comunicação e elaboração entre os homens. E para o conhecimento da situação, nós contamos hoje com um instrumento valioso: a ciência. Cabe à educação cultivar o bom senso, a consciência filosófica e conseqüentemente o exercício da reflexão crítica.
            Quando se olha à educação, de modo geral, como processo formativo, é sempre essa ideia, que é de tradição da filosofia ocidental. É quando o individuo saí da pré- consciência para a consciência e no caso da expressão do senso comum para a consciência filosófica, que é o papel formativo do desenvolvimento intelectual de todo ser humano.
            O questionamento, ou seja, a indagação, entretanto, é que o senso comum não consegue ver para que a filosofia sirva. Já no bom-senso precisa das indagações filosóficas, tem o intuito de aguçar o desejo de busca de correção e acúmulo de saberes: isso não é ciência e sim questões filosóficas.
            Como dizia magnificamente Durkheim o objetivo da educação não é o de transmitir conhecimentos sempre mais numerosos ao aluno, mas o "de criar nele um estado interior e profundo, uma espécie de polaridade de espírito que oriente em um sentido definido, não durante a infância, mas por toda vida".



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“Teoria dos dois mundos” defendida por Platão

O Mundo das Ideias ou Inteligível
Platão chamou o conjunto de ideias de “Hiperurânio” (acima do céu), termo que ele usou em sua obra Fedro. Para ele neste mundo existem ideias para todas as coisas (Ideias de valores estéticos, ideias de valores morais, ideais de entes corpóreos, etc), sendo assim estas ideias caracterizam a chamada “substância”, que é desprovida de cor, forma ou qualquer outro aspecto físico.
O importante para ele é que todas elas são incorruptíveis e não estão sujeitas a geração e que ninguém poderia alcançar este mundo “superceleste”, a não ser que possuísse as condições necessárias para tal feito, no caso, possuir o conhecimento das verdadeiras causas e que apenas o filósofo, aquele que consegue desenvolver a “parte mais elevada de sua alma” poderia conhecer o Mundo Inteligível.
Para ele só o filosofo poderia alcançar tal conhecimento, a partir do momento em que adquirisse as capacidades para bem viver, tanto sua vida individual, como social, só assim poderia contemplar tais ideias e usá-las no seu mundo. O filósofo contemplaria o sol e poderia voltar à caverna. Diante disso, pode-se concluir que a teoria das Ideias de Platão pretendia sustentar que o sensível só pode ser explicado mediante o recurso do suprassensível, o relativo mediante o absoluto, o sujeito a movimento mediante o imutável, o corruptível mediante o eterno.
Esta é a meta do pensamento de Platão, a busca de uma “condição incondicionada” para o conhecimento, o encontro com o absoluto fundamento da verdade. Para ele o verdadeiro ser é constituído pela realidade inteligível. 
À medida que Platão vai escrevendo seus diálogos, vai desenvolvendo a sua teoria sobre o Mundo das Ideias, no Eutífron ele emprega pela primeira vez as palavras ideia e eidos no sentido de forma visível ou formato, e a cada novo escrito, vão surgindo novas ideias, aumentando esta esfera inteligível proposta por Platão.
Mas em meio a esta gama de Ideias, uma se destaca em relação às demais, pois submete a si todas as outras, é a Ideia Máxima de Bem, sendo identificada em alguns diálogos de Platão, como o Parmênides e o Crátilo.
O modelo de todas as teorias metafísicas é a Teoria de Platão, segundo o qual o Bem é o que confere verdade aos objetos cognoscíveis, que confere ao Homem o poder de conhecê-los, que confere luz e beleza às coisas, etc.; em uma palavra, é fonte de todo o ser, no homem e fora do homem (República, VI, 508-509b). Platão compara o Bem ao Sol, que dá aos objetos não só a possibilidade de serem vistos como também a de serem gerados, de crescerem e de nutrir-se; e, assim como o Sol que, mesmo sendo a causa destas coisas, não é nenhuma delas, também o bem como fonte da verdade, do belo, da cognoscibilidade, etc. e, em geral, do ser, não é nenhuma dessas coisas e está além delas (Ibid, 509 b).
Na sua obra Fédon, Platão apresenta um argumento interessante e fundamental no que diz respeito à sua teoria das Ideias, é a chamada Teoria da Reminiscência, que diz que todo o nosso conhecimento não é resultado de um processo de construção, mas sim, de uma recordação de algo já visto anteriormente.

O Mundo Sensível ou das Formas
Para ele este mundo seria um conjunto de cópias do que existe no Mundo Inteligível, construídas a partir de um artífice, que Platão denomina de “Demiurgo”.
O mundo do inteligível (modelo) é eterno, como eterno é também o Artífice (a inteligência), o mundo sensível, ao contrario, construído pelo Artífice, foi gerado, no sentido verdadeiro do termo, como podemos ler no Timeu: “Ele nasceu porque se pode vê-lo e tocá-lo, pois ele tem um corpo e tais coisas são todas sensíveis e as coisas sensíveis (...) estão sujeitas a processos de geração e são geradas”.
Segundo ele o Demiurgo criou este mundo por amor ao bem e por bondade, portanto o mundo não pode ser corrompido, pois não há traço de corrupção em sua formação, portanto, o mundo sensível, é uma espécie de imitação do inteligível, tal qual uma pintura de uma árvore é uma imitação da árvore verdadeira.
Platão coloca também uma questão dento de sua concepção de mundo sensível, o tempo. Para ele, o tempo consiste numa espécie de imagem móvel do eterno, nascida junto com o mundo. O tempo não existia antes da criação do mundo. Com isso, pode-se perceber uma estrita relação do tempo com as coisas que compõem o mundo. Ambos são criações de um mesmo artífice, oriundas de uma esfera inteligível.


sábado, 12 de maio de 2012

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Teoria da “Maiêutica” defendida por Sócrates

A Maiêutica, criada por Sócrates no século IV a.C., tem seu nome inspirado na profissão de sua mãe, Fanerete  que era parteira.
Sócrates foi defensor da Razão como única via de acesso ao conhecimento, desenvolveu um método próprio de análise filosófica. Este método é denominado de “maiêutica” (em grego “parto das ideias”), cujo objetivo é possibilitar ao homem o conhecimento de si mesmo, consiste em fazer perguntas e analisar as respostas de maneira sucessiva até chegar à verdade ou contradição do enunciado (TELES, 1995, p. 31).
O método leva as pessoas a pensar a partir daquilo que não conhecem, ou seja, pela ignorância. Daí a sua famosa frase: “Eu só sei que nada sei”. Sócrates, quando remonta à maiêutica como arte filosófica, não apenas cria um problema posterior, como encontra sérias dificuldades em seu tempo para contrapor o propósito sofista da verdade alcançada pela retórica, então sugere que a verdade está no interior do homem.
O significado deste método é “Dar a luz” da procura da verdade no interior do homem, o mesmo era conduzido em dois momentos, no primeiro momento – levava os seus discípulos ou interlocutores a duvidar de seu próprio conhecimento a respeito de um determinado assunto, no segundo momento – Sócrates os leva a conceber, de si mesmos uma nova ideia, uma nova opinião sobre o assunto em questão. Este método dá à luz ideias complexas e baseia-se na ideia de que o conhecimento é latente na mente de todo ser humano, podendo ser encontrado pelas respostas a perguntas propostas de forma perspicaz.
Assim, esta arte maiêutica nada mais é do que a arte de pesquisa em comum. O homem não pode ver claro por si só. A investigação de que se ocupa não pode começar e acabar no recinto fechado da sua individualidade, mas sim ser o fruto de um dialogar contínuo com os outros, bem como consigo mesmo.

Pesquisa realizada no:
- Material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011)
- Acesso em 12/05/2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

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Análise sobre o Método “Pedagogizador” e a prática educacional voltada para intersubjetividade


O método pedagogizador resume se em instruir e reproduzir um tipo de conhecimento que não é relevante para as reais necessidades do aluno, este é um dos maiores desafios da contemporaneidade, sabe-se que não basta somente mudar o discurso há a necessidade de uma educação mediante a ação comunicativa.
 Há grandes desafios, porém contornáveis se forem adotadas políticas educacionais adequadas, pautada pelo estilo pedagogizador, assim torna-se necessário uma educação consistente e comprometida, onde a prática pedagógica associada à Teoria da Ação Comunicativa proposta por Habermas possa contribuir para um pensar crítico, emancipado, sensível e ético.
Assim, a prática da intersubjetividade no campo da educação supera o modelo pedagogizador produzindo indivíduos mais livres, autônomos, capazes de avaliar seus atos à luz dos acontecimentos, à luz das normas sociais legítimas e legitimadas pelos processos jurídicos e políticos, usando suas próprias cabeças, e tendo propósitos lúcidos e sinceros, abertos à crítica.
Sabemos que a intersubjetividade possibilita a liberdade comunicativa guiada por razões e argumentações justificadas, legitimadas e, acima de tudo, criticáveis, que permitem aos participantes da comunicação se entenderem entre si acerca de algo sobre o mundo, ou seja, é a comunicação das consciências individuais, umas com as outras, efetuando-se sob o fundo da reciprocidade.
È na escola o lugar de exercitar a intersubjetividade entre aluno/professor/escola/família e comunidade, com o intuito de discutir os rumos da sociedade, isto a partir do momento em que os indivíduos se perceberem como sujeitos e atores sociais buscando o consenso em torno dos interesses comuns.
Esta prática permite a conciliação de dois mundos: o mundo do sistema e o mundo da vida, onde a teoria e a prática estão interligadas através de ações concretas, sendo o mais apto para a construção de pessoas realmente esclarecidas, criativas e autônomas.
Ao trabalharmos com uma educação guiada pela intersubjetividade, trabalharemos a valorização social, política, econômica e ética de uma reflexão sobre os rumos da educação na complexidade das sociedades contemporâneas. Nesse processo interpretativo crítico, o educador e os educandos devem discutir aquilo que é pré-estabelecido como certo, errado, bom, ruim, melhor, pior, deve-se levar em conta as mudanças que ocorrem na sociedade, preparando o educando para lidar com os fenômenos como a globalização, a crise econômica e a política de mercado. Sendo assim a tarefa da educação é desafiar essas complexidades mediante o agir comunicativo.


Disponível no material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011). Acesso em 11/05/2012.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

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Filosofia Moderna no Racionalismo a partir de René Descartes:
O texto relata que Descartes normalmente chamado como o principal pensador da racionalidade moderna, iniciou seu projeto perguntando-se sobre como é possível conhecer a realidade? Teve a resposta clara: só podemos conhecer a realidade pela razão. Descartes afirmou que encontraremos a verdade em nossa consciência e não no mundo; surgiu ai o racionalismo. O que caracterizou o pensamento moderno do racionalismo foi à discussão sobre tudo aquilo que se articula como pensamento ou com a noção de consciência de si. Segundo Descartes a condição para que exista o sujeito é o pensar ou consciência de si mesmo, para ele a ideia de sujeito é o mesmo que substancia pensante, descobrindo com isso o pensamento, já com relação à concepção naturalista ocorreu uma revolução na forma de compreender o conhecimento com as grandes revoluções cientificas.
A partir daí o homem passou a ser o centro das mudanças podendo interferir no mundo externo que é parte da natureza. A teoria do conhecimento deste período é a razão que orienta as ações do homem denominada racionalismo. O homem passou a ter uma visão naturalista que veio a influenciar no modelo da Escola Nova, onde o aluno é o centro do processo de ensino e o professor é a pessoa no ambiente educativo que vai orienta-lo a aprender a aprender, pautando as diferenças individuais das crianças classificando-as a partir dai.
                                                                              René Descartes
Filosofia Moderna no Empirismo a partir de Francis Bacon, John Locke, David Hume:
                                                                                                       John Loche

O termo empirismo se traduz por experiência, ou seja, por algum contato, por uma experiência, sendo uma apreensão da realidade externa através dos sentidos que forma a base necessária de todo conhecimento. A base de toda teoria educacional encontra-se em Platão, Aristóteles e Santo Agostinho. A concepção essencialista compreende que o homem tem a natureza fixa, imutável, que orienta os valores e suas ações e a busca da perfeição sendo um ideal a ser atingido.
A corrente filosófica de conhecimento é o empirismo, onde o sujeito recebe as influencias do mundo externo, é ai que os adultos vão moldando as crianças desde pequenas através do processo educativo, essa corrente filosófica influencia diretamente a escola tradicional, sendo o professor o centro e o modelo na transmissão de valores a ser seguido pelos alunos que vão aprender e adaptar à vida adulta, na organização social. Na concepção naturalista ocorre uma revolução na forma de compreender o conhecimento o homem passa a ser o centro de toda mudança podendo agora interferir no mundo externo, já que faz parte da natureza.


 


















Filosofia Moderna no Criticismo Kantiano:
                                                                                          Immanuel Kant
           O Criticismo Kantiano originou-se ao longo de vinte anos de pesquisa onde Kant questionava o Racionalismo e o Empirismo, esta filosofia se resumia a teoria do conhecimento, ao questionamento da capacidade cognitiva da razão. Criticismo é uma critica tanto ao racionalismo como ao empirismo o que fortaleceu a base da ciência contra os ataques dos céticos o que o implicou em afirmar que o criticismo também diz respeito à filosofia da ciência e que toda a metafísica o que conduziu à ética. Immanuel Kant dizia que toda filosofia tinha a finalidade de responder uma só questão: “O que pode legitimamente a nossa razão?”As preocupações que nasceram a partir da oposição entre racionalistas e empiristas, levaram Kant a questionar a natureza do conhecimento humano e a possibilidade da existência de uma razão pura, independente da experiência.

Pesquisa realizada no material didático e internet: Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011). http://fabiopestanaramos.blogspot.com.br/2011/08/teoria-do-conhecimento-e-o-criticismo.html. Realizada em 03/05/2012.

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Características da Filosofia Moderna

           A partir da pesquisa realizada no material didático e  internet, compreendi que: Filosofia Moderna é toda filosofia que se desenvolveu entre os séculos XV e XIX, a começar pelo Renascimento e se estendendo até meados do seculo XIX.
Sendo que a filosofia desenvolvida nesse período esta subdividida com vários temas e em diferentes períodos:
- Filosofia do Renascimento :
A Filosofia da Renascença se da na Europa, entre a idade média e o iluminismo. Dentre as caracteristicas da renascença está a renovação à civilização clássica e o seu aprendizado, proporcionando assim um retorno parcial de Platão sobre Aristoteles. A Renascença é preparada pelo Humanismo e tem como seu equivalente religioso a Reforma Protestante;
- Filosofia do século XVII :
A Filosofia do século XVII  se da no ocidente, e é considerada como a visão do princípio da filosofia moderna e o distanciamento do pensamento medieval, especialmente da Escolástica. Dá-se o nome a esta filosofia de a idade da razão, sendo considerada a sucessora da renascença e precedente do iluminismo. Podendo  ser vista como uma visão prévia do iluminismo.
- Filosofia do século XVIII:
Esta filosofia ocorreu a partir de um movimento ocorrido na Europa e em alguns países americanos, sendo que nos mais distantes períodos inclui também a Idade da Razão. Este termo refere-se ao moviemento intelectual do iluminismo que defendia a razão como base primária da autoridade. Foi desenvolvida  na França, Grã-Bretanha e Alemanha, tendo a influência da Austria, Itália, os Países Baixos, Polônia, Rússia, Escandinávia, Espanha e em fato toda a Europa. O contexto da reflexão kantiana foi o século XVIII, sendo marcado por duas ciências que apresentavam resultados indiscutíveis para a humanidade: matemática e física.
- Filosofia do século XIX:
Os filósofos do Iluminismo começaram a exercer um efeito dramatico, tendo como ponto de referência o trabalho de filósofos como Immanuel Kant e Jean-Jacques, o que influênciou uma nova geração de pensadores. O movimento Romantismo surgiu no final do século XVIII reunindo o formalismo racional do passado com uma grande visão emocional do mundo.
Pressões do Igualitarismo e mudanças rápidas culminaram em um período de revolução e turbulência percebendo assim mudanças visíveis na filosofia.
A noção de estética nos séculos XVIII e XIX pressupunha que a arte é produto da sensibilidade, da imaginação e inspiração do artista e que sua finalidade é a contemplação. Entretanto, o gosto deixa de ser critério de apreciação da arte.

Referência:
- Material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011) e http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_moderna. Trabalho realizado em 04/05/2012.


domingo, 29 de abril de 2012

Conceito de Ontologia - D25-5_AVA02

      É o estudo do Ser, sendo o ramo da filosofia que procura elaborar um pensamento sobre o Ser, sobre o que as coisas são em sua essência e não segundo sua aparência.
Platão e Aristóteles através da cultura grega arcaica implantaram com seus estudos a visão educacional dando o ponto de partida para a compreensão do problema do conhecimento e do estudo do ser humano.
Esta filosofia lida com nosso intimo, sabemos que este termo Ontologia foi introduzido por Aristóteles, desenvolvendo assim um conhecimento, uma ciência do Ser e da essência humana. Devemos nos lembrar de que o conhecimento não esta desvinculado da ontologia e que é a marca registrada daqueles que ainda se encontram nos diferentes níveis de ensino para aprender e ensinar.
Creio que é importante ressaltar que vivemos em um constante aprendizado, que não somos os donos da razão e que sempre haverá algo para se aprender no decorrer de nossa vida.
Fonte de pesquisa: Material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011). Acesso em 29/04/2012.