domingo, 29 de abril de 2012

Conceito de Ontologia - D25-5_AVA02

      É o estudo do Ser, sendo o ramo da filosofia que procura elaborar um pensamento sobre o Ser, sobre o que as coisas são em sua essência e não segundo sua aparência.
Platão e Aristóteles através da cultura grega arcaica implantaram com seus estudos a visão educacional dando o ponto de partida para a compreensão do problema do conhecimento e do estudo do ser humano.
Esta filosofia lida com nosso intimo, sabemos que este termo Ontologia foi introduzido por Aristóteles, desenvolvendo assim um conhecimento, uma ciência do Ser e da essência humana. Devemos nos lembrar de que o conhecimento não esta desvinculado da ontologia e que é a marca registrada daqueles que ainda se encontram nos diferentes níveis de ensino para aprender e ensinar.
Creio que é importante ressaltar que vivemos em um constante aprendizado, que não somos os donos da razão e que sempre haverá algo para se aprender no decorrer de nossa vida.
Fonte de pesquisa: Material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011). Acesso em 29/04/2012.

Analise do pensamento Educacional de
Platão e Aristóteles  D25-5_ED02
De todos os pensadores gregos, Platão e Aristóteles são os que mais nos influenciaram na educação. A partir deles, temos as bases necessárias para a discussão filosófica sobre a educação, ou seja, algumas questões pensadas por eles há muito tempo ainda servem para pensarmos o papel da educação e sua relação com a sociedade como um todo. O trabalho destes grandes pensadores serviu como ponto de partida para a compreensão do problema do conhecimento e da ontologia.
Platão exerceu uma grande influencia na educação grega, foi o mais importante dos discípulos de Sócrates e escreveu tudo os que sabemos da vida e dos pensamentos deste grande filósofo. É o principal responsável pela transmissão escrita dos ensinamentos do seu mestre, abraçou a causa e criou as suas próprias ideias, demonstrando possuir um notável zelo pelo saber. Podemos citar dentre seus trabalhos “A teoria dos dois mundos (“ mundo sensível e mundo inteligível ou mundo das ideias”)
Já Aristóteles aponta para a necessidade de um investimento em sentimentos e atitudes que sejam alternativos ao caráter tirânico, ele insistiu no fato de que a educação, ou o processo do conhecimento leva o ser humano a buscar o meio termo, a temperança. Ele sistematizou a Lógica através do seu tratado “Organon”, escreveu vários trabalhos científicos, a saber, A física, História Natural, As parte dos animais, etc., sobre estética produziu duas obras de grande importância Retórica e Poética.
A proposta destes dois filósofos entendia que o saber, o cuidado da vida interior, a disseminação do conceito e a relação com o corpo, são necessários para conhecer a educação e produzir o conhecimento, este é o objetivo maior do ensino e da aprendizagem.
Pude entender que os dois filósofos deram grande contribuições no âmbito educacional cada um com seu método e forma de pensar que são utilizadas ainda hoje, sabemos que passaram por aperfeiçoamentos para serem trabalhadas no âmbito educacional, Aristóteles deu sua contribuição destacando que devemos trabalhar com o sentimento e as atitudes e Platão com a sensibilidade e as ideias, o mesmo tinha grande zelo pelo saber, devemos trabalhar voltados para esta realidade para que nossos educandos sintam amor pela vida escolar.

Pesquisa feita no material didático: Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011). Acesso 29/04/2012.

quarta-feira, 25 de abril de 2012


“Filosofia” e “Filosofia de Vida” D25-5_AVA01

Através da leitura do conteúdo proposto pude entender que a filosofia de vida é a que trazemos conosco demonstrando-a através de nossa opinião, da concepção de mundo que desenvolvemos pessoalmente. Procedemos assim cada qual com sua maneira de ser com nossas crenças e tradições. Assim ela não tem nada a ver com filosofia enquanto sistema organizado de pensamento.
Filosofia é uma invenção humana já que só nós podemos perceber e vivenciar o mundo ao nosso redor, buscando respostas para perguntas que nos levam a uma constante reflexão sobre a vida e a compreensão da realidade. A mesma teve inicio no final do século VII e inicio do século VI antes de Cristo em Mileto, sendo Tales o primeiro filosofo a buscar uma explicação racional sobre o mundo e a natureza que nos envolve, é marcada pela cosmologia, reflexão, conhecimento sistemático e sobre a ordem da verdade do mundo.
            A mesma nasce da pergunta: “O que é isto?” Sendo para nós a principal referência como fundadora de toda cultura que nos cerca. É cercada de preconceitos e desvalorizada, apesar de ser útil e nos permite deixar de lado os preconceitos. Tem como objetivo de estudo o homem e trabalha através da reflexão.

“A filosofia é uma maneira de reaprender a ver o mundo”. (Merleau-Ponty, filósofo francês).

Disponível em: no material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011). Acesso em: 25/04/2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

Conceito de "Mito" D25-5_ED01
Sabemos que mito é algo que antecede o saber filosófico, e que muitos estudiosos afirmam que é a primeira forma de explicação da realidade, seja ela natural ou social. Ele nasce dessa oralidade através da cultura popular, configurando-se como um discurso destinado a um público ouvinte, sendo que este toma aquilo como verdade absoluta por confiar plenamente em quem está narrando.
Antes de tudo é uma atitude de crença, que propõe apaziguar os temores do homem diante do mundo em que vive. As narrativas descrevem a relação do homem com os deuses – pois se trata de uma cultura politeísta – de forma poética e metafórica, utilizando-se de recursos figurativos.
O mito expressa, através do seu poder criativo, como as coisas passaram a existir, o mesmo não pode ser interpretado como uma simples invenção, uma ficção, uma fábula ou algo parecido. A sua finalidade é representar, por meio de uma linguagem simbólica, a realidade do mundo humano, diferentemente da filosofia, ele é marcado por um forte simbolismo e por uma forma de expressão até mesmo literária, tem assim um caráter sagrado.
 Muitos mitos são transmitidos através das epopeias cuja poesia expressa o mundo poético do povo grego. Embora na mitologia a função pedagógica do próprio mito era chantagear e/ou seduzir as novas gerações para manter e respeitar a tradição, ela carrega implicitamente uma proposta de reação revolucionária às determinações impostas pela tradição cultural.

Disponível em: material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011) Acesso em: 24/04/2012

Exemplo de um mito:
Pigmalião

          Pigmalião (que não deve ser confundido com o irmão da rainha Dido) exercia a arte da escultura, porem, desconsolado, em razão do comportamento das mulheres – conforme suas observações diárias –, preferiu adotar o celibato. Entretanto, entre uma de suas obras, atingira a perfeição, ao esculpir em marfim, ‘a mulher ideal’ (como assim denominou), ou como se fosse uma criação da natureza. Diante disso, ele se reavivou – quanto aos valores de qualidade feminina –; cheio de ânimos, os quais foram ‘crescendo’ – em desenvolvimentos expressos –, sob uma espécie de alucinação (compulsiva). No início dessa obsessão, primeiro, a vestiu com um ‘molde’ de um tecido deslumbrante; e assim seguindo, acabou envolvendo sua mera ‘estátua’, com inúmeros adereços femininos; cuja imagem, passou a amar perdidamente. Em razão de suas preces, Afrodite (Vênus), comovida, ‘avivou’ aquela escultura (lhe outorgando uma espécie de “vida real”). Dessa forma, Pigmalião teve com sua extraordinária criatura um filho: Pafos.